Numa altura em que os E.U. está se movendo para a plena normalização das relações com a Líbia, Muammar Kadhafi O filho deixou claro que o povo norte-Africano está olhando para a Rússia como seu parceiro estratégico. Em uma entrevista anotada, Seif al-Islam Kadhafi disse:
"Que o ressurgimento de Moscou, demonstrada neste mês em incursão militar contra a Geórgia, foi uma evolução positiva para o mundo árabee o que aconteceu na Geórgia é um bom sinal, o que significa que a América já não é a única potência mundial estabelecendo as regras do jogo, e que agora não há mais equilíbrio no mundo A Rússia renasceu, e damos valor a isto. É muito bom para nós, para todos os do Oriente Médio ",disse Kadhafi:.... Ver mais em:
A Síria tentou reavivar a sua aliança de segurança com a Rússia, quando o Presidente Bashar al-Assad chegou em Moscou acertando uma série de acordos militares, o que faz recear que uma nova Guerra Fria pode começar na região do Cáucaso e que poderá atravessar o Oriente Médio. "A nossa posição é que estamos dispostos a cooperar com a Síria, em qualquer projeto que possa reforçar a segurança ", disse o líder russo aos jornais sírios no início da sua visita de dois dias. "Eu acho realmente que a Rússia tem de pensar na resposta que irá fazer quando esta se encontrar em um círculo fechado." disse o Sr. al-Assad e que eles teriam que discutir a implantação de mísseis russos em território sírio, possivelmente o sistema Iskander. Os Sírios também estão interessado em comprar aviões russos, anti-mísseis e tanques. Em troca disto, em Moscou está previsto propor uma renovação da Guerra Fria em sua base naval no porto sírio de Tartus sobre o Mediterrâneo. Alguns relatórios nem sequer sugeriu que Moscou está aprofundando o porto para acomodar uma frota dos navios de guerra. A Rússia pode ter ambições semelhantes para Latakia. Este porto daria a marinha russa uma participação efetiva no Mediterrâneo em duas décadas....
O Secretário de Segurança Russo ameaçou retaliação contra Israel por suas exportações de armas para Geórgia, incluindo oito diferentes tipos de mísseis aérios de defesa. Vice-Chefe do Estado Maior russo Gen. coronel Anatoly Nogovitsyn disse que Israel forneceu pelo menos, oito modelos diferentes de veículos aéreos não tripulados (UAV) para a Geórgia. Nogovitsyn tem dito também Israel vendeu uma gama de armas e procurou exportar principalmente tanques para Geórgia. Fontes diplomáticas russas disseram que o governo do primeiro-ministro Vladimir Putin estava furioso sobre a recusa de Israel de impor um embargo militar à Geórgia. As fontes disseram que os ajudantes de Putin tinham advertido Israel várias vezes para parar as exportações de armas. "Pedimos Israel a não vender armas ofensivas e hostil ao estado vizinho,"mas eles disseram que eles são um Estado soberano disse uma fonte diplomática. "Bem, Israel não deveria se surpreender se a russia vendem também armas aos vizinhos que são inimigos declarados de Israel, principalmente ao Irã".
Em uma decisão que está sendo chamada de "histórica", o governo tem resolvido permitir que 7.232 restantes membros da comunidade judaica BNEI Menashe na Índia para imigrar para Israel. O BNEI Menashe alega serem descendentes a partir da tribo de Manassés, uma das dez tribos exilada a partir da Terra de Israel desde o império assírio a mais de 2.700 anos atrás. Eles residem principalmente nos estados indianos de Manipur e Mizoram, na Índia ao longo da fronteira com a Birmânia e Bangladesh. Nos últimos anos, mais de 800 membros da comunidade fizeram o aliyah, em grande parte, graças aos esforços da Shavei Israel, uma organização de base em Jerusalém, que assiste "os perdidos judeus" que pretendem retornar a Israel,,,, ver mais em:
Um novo movimento está surgindo entre o povo, denominado Igrejas de D'us das Testemunhas de Iehoshua, conhecido também por Testemunhas de Iehoshua. Fizemos um levantamento sobre esta nova seita, pesquisamos seu material (algumas apostilas) e entrevistamos, via telefone, o fundador da nova religião. O movimento foi fundado em 1987, em Curitiba, PR, por Ivo Santos de Camargo. O fundador não possui formação teológica formal. Diz que estudou hebraico durante dois anos, após a suposta revelação.Atualmente dirige a Igreja, segundo ele, com cerca de 100 membros. Afirma que seu movimento está do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte.
O fundador afirma nunca pertencer a uma igreja evangélica, mas diz haver visitado algumas delas. Diz que recebeu uma revelação de D'us sobre a pronúncia exata do tetragrama (nome divino, as quatro consoantes [YHWH] e que esse nome é o mesmo do Salvador. Segundo o fundador, o nome "Jesus" é uma abominação, é o paganismo do catolicismo romano. O nome que veio do céu, diz, é Iehoshua. Afirma ainda "ser filho direto da revelação", portanto sua ordenação é direta com D'us. É contra a todas as igrejas evangélicas, admite que a salvação depende do conhecimento e da revelação do nome Iehoshua, e mesmo assim, dentro de sua organização religiosa.
Os adeptos do referido movimento, sob a orientação de seu fundador, negam a doutrina da Trindade, embora defenda a deidade absoluta de Jesus. É o sabelianismo modal, como a Igreja Local de Witness Lee e a Igreja Voz da Verdade, do conjunto musical de mesmo nome. São sabatistas, defendem a guarda do sábado, como os adventistas do sétimo dia. Defendem duas categorias de salvos, mais ou menos como as Testemunhas de Jeová: Os cristãos salvos vão para céu, exceto os judeus, assírios e egípcios, estes herdarão a terra. São exclusivistas como as demais seitas pseudo-cristãs.
Os adéptos da nova seita costumam visitar os templos evangélicos em grupos, para tumultuar o ambiente. Um membro do grupo pergunta ao pregador sobre Iehoshua e Jesus. É óbvio que dificilmente vai encontrar alguém que saiba hebraico, nem elas mesmas o sabem, são pedantes. Quando o pregador se embaraça os demais membros do grupo começam a gritar criando uma verdadeira balbúrdia no culto. São proselitistas. Estão preocupados em arrebanhar os cristãos evangélicos, pois são pescadores de aquários.
É uma seita inexpressiva e seus argumentos só podem convencer as pessoas mais simples e os incautos. Suas crenças são inconsistentes e de uma pobreza franciscana. É bom lembrar que C. T. Russell, fundador das Testemunhas de Jeová, começou com suas idéias subjetivas, posteriormente transformando suas ficções em "verdades", pelo processo de lavagem cerebral. Sua religião conta hoje com quase seis milhões de adeptos em todo o mundo. A Igreja do final do século passado e do início do século vinte subestimou o tal grupo. Com o trabalho ferrenho de casa em casa, aos poucos eles vão crescendo.
Se as igrejas da atualidade subestimarem a seita Testemunhas de Iehoshua, poderemos ter o mesmo problema no futuro, pois a mentira repetida vinte vezes se torna "verdade", como dizia Mussolini. Apesar das crenças dessas seitas serem ficções, doutrinas subjetivas, sem base bíblica, todavia elas estão fazendo proselitismo. O povo precisa saber que a crença delas é um combate contra o Cristianismo bíblico.
JESUS OU IEHOSHUA?
Origem do nome
O nome Jesus vem do hebraico (Yehoshua) — "Josué", que significa "Iavé é salvação". Josué era chamado de Oshea ben Num "Oséias filho de Num" (Nm 13.8; Dt 32.44). "Oshea" significa "salvação". Moisés mudou seu nome para Yehoshua ben Num "Josué filho de Num" (Nm 13.16).
A Septuaginta usou o nome (Iesus) para Yehoshua, portanto Iesus é a forma grega do nome Yehoshua, exceto I Cr 7.27, que transliterou por (Iousue) — "Josué". Depois do cativeiro de Babilônia, o nome Yehoshua era conhecido por (Yeshua). Em Neemias 8.17 Josué é chamado Yeshua ben Num. Yeshua é o nome hebraico para Jesus até hoje em Israel. Isso pode ser comprovado em qualquer exemplar do Novo Testamento hebraico.
O sumo sacerdote Josué, filho de Joazadaque, é chamado em hebraico simultaneamente de Yeshua, na NVI, Ed.Vida edição Revista e Corrigida é Jesua (Esdras 3.2, 8; 4.3; 5.2; Neemias 7.7) e Yehoshua (Ageu 1.1, 12, 14; 2.2, 4; Zc 3.1, 3, 6, 8, 9; 6.11). Embora nossas versões usem Jesua (Almeida Corrigida, Atualizada e Contemporânea) Jesuá (Revisada) Jeshua (Brasileira), contudo a Septuaginta não faz essa distinção — Usa Iesus para ambos. Iesus ou Yeshua é o nome do Mashiach, o nosso Salvador, registrado no Brit haChadasha (Novo Testamento), que chegou para nossa língua como Jesus Cristo.
O NOME YEHOSHUA
O que as Testemunhas de Jeová fazem com o nome "Jeová", assim o fazem as Testemunhas de Yehoshua com relação ao D'us-Pai e ao D'us-Filho. O fundador disse que recebeu uma revelação de que a pronúncia correta do tetragrama não é Jeová, Javé, Iahweh e nem Yehovah, mas Iehoshua. Agora procuram justificar esta "descoberta" em Êx 23.20, 21, que diz: "Eis que eu envio um Anjo diante de ti, para que te guarde neste caminho e te leve ao lugar que te tenho aparelhado. Guarda-te diante dele, e ouve a sua voz, e não o provoques à ira; porque não perdoará a vossa rebelião; porque o meu nome está nele". Afirma que esse Anjo é Josué, com base na expressão: "o meu nome está nele". Como o nome "Josué" em hebraico é Yehoshua assim explica sua teoria.
Negando a doutrina bíblica da Trindade afirma que Iehoshua é o nome do D'us de Israel, revelado no Velho Testamento, e que esse nome é o mesmo do Messias, que deve ser invocado por "Iehoshua" e não por "Jesus". Segundo eles: "Jesus é o nome que os papas introduziram nas Sagradas Letras, blasfemando do nome que veio do céu". Em outra literatura diz: "No fim do III século da era cristã, quando o bispo Jerônimo traduziu as Escrituras para o latim, a língua oficial do império romano. Nesta ocasião o nome original IERROCHUA foi substituído pelo nome grego-romano (IESOUS)".
É pena que essas vítimas estejam tão mal-informadas. Há textos do Novo Testamento anterior a data apresentada pela seita, que mostram que a infirmação dessas vítimas não é verdadeira. Por exemplo: Os papiros 45, 46 e 47, conhecidos como Chester Beatty, que se encontram atualmente no museu Beatty, em Dublin, Irlanda, são do início do terceiro século, e trazem a forma abreviada de (Iesus) — IS ou IC. Da mesma forma os Papiri Bodmeriani, 66, 75 e 76, que se encontra na Biblioteca Bodmer, em Geneve, Suiça. O papiro 75 contém os evangelhos de Lucas e João, é datado entre 175 e 225 AD. Esse argumento de que o nome Iesus é coisa de Jerônimo, no fim do século III não procede.
Ensinam que o Pai é Filho e o Filho é Pai: Doutrina sabelianista.
Jesus disse:
"E na vossa lei também está escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai,que me enviou" (Jo 8.17, 18).
Essa passagem bíblica, por si só, destrói completamente o sabelianismo e qualquer doutrina unicista. Além disso, encontramos vezes, nos evangelhos, Jesus se dirigindo ao Pai como outra pessoa. Negam, como as Testemunhas de Jeová, a personalidade do Espírito Santo.
O primeiro problema dessa interpretação, para não dizer invenção, é que a pronúncia Yehoshua, não comporta no tetragrama. Diz o fundador do referido movimento: "Essa vocalização foi feita pelo ANJO, não por homens". Isso que a seita fez não é vocalização, pois as letras hebraicas (ayin) e (shin), que aparecem no nome Yehoshua são consoantes. O problema da pronúncia exata do tetragrama diz respeito meramente com as vogais, e o fundador acrescenta duas consoantes. As letras y (yiud), h (he) e w (vav) aparecem no nome Yehoshua, mas no tetragrama o he aparece duas vezes. O nome (Yehudah) "Judá" traz as quatro consoantes hdwhy, eliminando a letra daletd fica o tetragrama hwhy. O nome "Judá", em hebraico, se aproxima mais do tetragrama que o nome de "IEHOSHUA". Nem com uma camisa-de-força seria possível ser essa a pronúncia exata do tetragrama, é impossível tal pronúncia. Yehoshua não é o nome do D'us de Israel e nem de seu Filho Jesus, mas o nome de dois personagens que são figuras de Cristo: Josué filho de Num e Josué filho de Jozadaque.
O misterioso anjo
Por que o referido Anjo deveria se Josué, segundo a seita? Alegam esses adeptos que isso é pelo fato de o texto afirmar: "o meu nome está nele". A Bíblia diz que D'us pôs o seu nome sobre os filhos de Israel (Números 6.27); sobre o Templo de Jerusalém (II Crônicas 7.15); sobre a cidade Santa e assim por diante. Por que só nessa passagem os adeptos de Ivo dos Santos Camargo afirmam que esse Anjo é Josué? Assim, essa expressão "o meu nome está nele" não justifica a teoria das Testemunhas de Iehoshua.
O Anjo nesta passagem é um ser sobrenatural que haveria de proteger Israel até a total extinção dos amorreus, heteus, ferezeus, cananeus, heveus e jebuseus (Êxodo 23.23). A fortaleza dos jebuseus só foi conquistada por Davi, mais de 350 anos depois da morte de Josué (2 Samuel 5.6-9). Logo esse anjo não pode ser Josué.
D'us se manifestou como anjo diversas vezes. Esse misterioso Anjo aparece a Agar, no relato do nascimento de Ismael (Gn 16.7-13). No v. 10 o Anjo diz: "Multiplicarei sobremaneira a tua semente". No v. 13 "E Ela chamou o nome do SENHOR, que com ela falava: Tu és o D'us da vista". Quem falava com ela era D'us ou o Anjo? Da mesma forma, encontramos na teofania do sarçal ardente: "E apareceu-lhe o Anjo do Senhor em uma chama de fogo... e vendo o SENHOR que se virava... bradou D'us... Eu sou o D'us de teu pai... (Êx 3.2, 4, 6). Ora, quem apareceu a Moisés foi D'us ou o seu Anjo? Como se explica isso que Esse Anjo, que além de apresentar atributos divinos, diz explicitamente que é D'us. Ele é o Messias pré-encarnado, portanto, o próprio D'us. É esse o significado de "o meu nome está nele". (Êx 23.21). O próprio Josué teve um encontro com esse Anjo (Js 5.13-15).
Assim fica claro que Yehoshua é um nome e o tetragrama é outro. O que nos espanta é o fato de alguém afirmar de maneira aleatória que "isso é aquilo" sem sustentação alguma baseado exclusivamente no subjetivismo e em cima disso criar uma religião. O pior de tudo isso é que ainda consegue adeptos!
Algumas supostas objeções
Questão da letra j. Diz o fundador das Testemunhas de Iehoshua que o nome correto de nosso Salvador não pode ser "Jesus" por não existe a letra j na língua hebraica. Esse argumento é de uma pobreza franciscana! É verdade que o j não existe no hebraico, grego e latim. No hebraico a letra y yud representante tanto o som vogal i como a consoante y. O mesmo acontecia com o latim com as letras i e u. O emprego das letras j e v para representar i e u consonânticos ocorreu na época do Renascimento, e difundido por Pierre de la Ramée. Por isso lemos Jerusalém, e não Yerushalayim; Jeremias, e não Yeremiahu; Jonas, e não Yonah; Joaquim, e não Yehoiacin; e assim por diante.
O número 666. Alegam que a expressão "Jesus Cristo Filho de D'us" equivale ao número 666, isso para consubstanciar sua teoria de que o nome "Jesus" é satânico. Antes de tudo, convém salientar que, com um pouco de criatividade, é possível tomar o nome de qualquer personagem e adaptar com seus títulos selecionados até que se chegue ao número 666. Isso é possível fazer com o nome do próprio líder do movimento Testemunhas de Iehoshua. Quando se quer rotular alguém de 666 há muitas maneiras de fazê-lo. Se não funcionar em caracteres latinos, pode-se usar caracteres hebraicos. Se um título não encaixar, substitui por outro, ou adiciona mais um adjetivo. Se mesmo assim não for possível, basta criar cálculos cabalísticos. Esse artifício das Testemunhas de Iehoshua só convence quem prefere trevas à luz.
Outro ponto importante é que não existe na Bíblia a expressão "Jesus Cristo Filho de D'us". Essa construção não é bíblica. A Bíblia ensina inúmeras vezes que Jesus é o Filho de D'us, mas não com essa construção. Colocar essa construção em latim para depois adaptar ao número 666 é um artifício maligno para atacar o cristianismo bíblico. Nome não se traduz. É verdade que nome não se traduz, mas se translitera conforme a índole de cada língua. Os nomes Eva, David e outros que levam a letra w wav, "v" em hebraico aparecem como Eua, Dauid, nos textos gregos. No grego moderno a letra b beta b na antigüidade", hoje é v. Hoje se escreve Dabid para David e Eba para Eva.
Há nomes que permanecem inalteráveis em outras línguas, mas não são todos. O nome "João", por exemplo é Yohanan, em hebraico; Ioannes, em grego; John, em inglês; Jean, em francês; Giovani, em italiano, Juan, em espanhol; Johannes, em alemão. Jacó, em hebraico é Yaakov; Iakobo (Tiago), em grego; Jacques, em francês; Giácomo, em italiano; Jacob, em inglês. Há nomes que mudam substancialmente de uma língua para outra. Eliazar, em hebraico, é Lázaro em grego. Elisabete é a forma hebraica do nome grego Isabel. O argumento, portanto, de o nome deve ser preservado na forma original, em todas as línguas é inconsistente, sem apoio bíblico.
Iesus. Alegam que o nome Iesus é uma zombaria do nome de D'us, pois sUs (sus) significa "cavalo" em hebraico. Esse argumento é um insulto à inteligência humana, porque Iesus é nome grego e sus é hebraico. O nome Iesus é a forma grega do nome hebraico Ieshua. Segundo O Novo Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, o "s" foi acrescido para facilitar a declinação: "Iesus é a forma gr. Do antigo nome judaico Yesua, forma esta que se obtém mediante a transcrição do heb., acrescentando-se um -s para facilitar a declinação". "Cavalo", em grego, é hyppos, e não sus.
Septuaginta. Quanto à Septuaginta, alegam que é uma lenda. É verdade que muitos rejeitam sua origem como descritas por Josefo e Aristéias, mas isso não anula a sua existência. No prólogo do livro apócrifo de Eclesiástico, datado do ano 38 da morte de Evergetes (aproximadamente 110 a. C) menciona a Lei, os profetas e os demais livros traduzidos para o grego. No Brit haChadasha (Novo Testamento), em todos os livros que apresentam citações diretas do Tanach, só nas epístolas a Timóteo e em II Pedro não há citações da Septuaginta. São citações de Gênesis, Êxodo, Deuteronômio, Salmos, Provérbios, Isaías, Oséias, Joel, Amós, Habacuque e Ageu. É correto, portanto, afirmar que a Septuaginta foi citada por Jesus e seus apóstolos.
O nome Iesus, usado várias vezes na Septuaginta para o correspondente hebraico Yehoshua ou Yeshua, Iesus aparece duas vezes no Novo Testamento grego em Atos 7.45; Hebreus 4.8, em relação a Josué filho de Num. Se os tradutores da Septuaginta mutilaram os nomes próprios do Velho Testamento, como querem as Testemunhas de Iehoshua, como explicar essas passagens do Novo Testamento? Será que os escritores neotestamentários cometeram o mesmo "erro"?
Os manuscritos e papiros gregos do Novo Testamento trazem 15 nomes que são escritos de forma abreviada, são os nomina sacra, são eles: D'us, Pai (quando se refere a D'us) Senhor, Salvador, Filho, homem (na expressão Filho do homem), Jesus, Cristo, céu, Davi, Espírito, cruz, Israel mãe e Jerusalém. O nome "Jesus" aparece de forma abreviada IS ou IC, na forma antiga: primeira e última letras do nome. O nome Josué aparece por extenso nas duas passagens citadas acima. Como o fundador do movimento das Testemunhas de Iehoshua descobriu que o nome escrito originalmente no Novo Testamento grego foi Yehoshua? Ele não acredita na autoridade dos manuscritos gregos? Veja o leitor que essa doutrina é um disparate.
OS DISSIDENTES E SUAS CRENÇAS
Apesar de o movimento ser tão novo, já saiu outro grupo dele. Os dissidentes do movimento, que também se identificam como Testemunhas de Iehoshua, defendem os mesmos princípios do fundador, indo mais além: Negam a autoridade do evangelho de Mateus; ser Jesus o Filho de D'us, dizem que Jesus é filho de José e Maria, negando o nascimento virginal de Jesus, alegam que só após a ressurreição ele "tornou-se" Filho de D'us.
Filho de D'us Os dissidentes das Testemunhas de Iehoshua catalogam todas as passagens bíblicas que revelam a linhagem humana de Jesus para questionar a sua filiação divina. Isso para consubstanciar a sua doutrina de que Jesus tornou-se Filho de D'us pela sua ressurreição, e citam para isso Romanos 1.4. Onde eles citam tais passagens, deveriam acrescentar as passagens bíblicas que provam ser Jesus o Filho de D'us, mesmo durante o seu ministério terreno, portanto, antes de sua morte e ressurreição, mas isso não o fazem.
A fé nos evangelhos nos obriga a crer que Jesus é o verdadeiro D'us e o verdadeiro homem. Jesus possuía duas naturezas: Humana e divina. A Bíblia está repleta de passagens que mostram o lado humano de Jesus, tanto nas características: Nasceu, cresceu, sentiu fome, sede, cansaço, sono etc., bem como a sua origem humana, traçada desde a genealogia. Isso, em nada neutraliza o lado divino e a sua filiação divina. Disse o apóstolo João: "
Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de D'us, D'us permanece nele, e ele em D'us" (1 João 4.15).
"Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de D'us?" (1 João 5.5).
"Quem crê no Filho de D'us, em si mesmo tem o testemunho; quem a D'us não crê, mentiroso o fez; porquanto não creu no testemunho que D'us de seu Filho deu"(1 João 5.10).
O evangelho de Mateus
Eles recusam o evangelho de Mateus chamando-o de "Evangelho Duvidoso", pois se diz que foi escrito originalmente escrito em hebraico e depois traduzido para o grego. Nessa tradução, segundo eles, o texto foi corrompido. Alegam que é o único dos evangelhos que tem o batismo em nome da Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo (Mateus 28.19); permissão para o divórcio (Mateus 19.9) salvação pelas obras (Mateus 25.34-36); substancia o papado (Mateus 16.16-19); considera o nascimento virginal de Jesus cumprimento de Isaías 7.14.
Só pelo fato de este grupo rejeitar o Evangelho de Mateus já tem o repúdio dos cristãos e dos verdadeiros judeus messiânicos. Não é um grupo de pessoas obscuras e de conhecimento bíblico duvidoso que vai por em xeque uma obra que passou por escrutínio da mais alta erudição durante esses vinte séculos de cristianismo. Seus argumentos são artificiais e inconsistentes.
Ainda não está confirmado que Mateus escreveu o seu evangelho em hebraico ou aramaico. Apesar dos fortes testemunhos da patrística, desde o segundo século, contudo, nada há no conteúdo deste evangelho que confirme essa versão. Antes, o contrário, a expressão encontrada nele: "Que traduzido é: D'us conosco" (Mateus 1.23) "Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nomeEmanuel" (Isaías 7.14).
O substantivo hebraico para "virgem" usado nesta passagem é (almah). Isto tem dado espaço para intermináveis controvérsias, principalmente por eruditos judeus e por teólogos "cristãos" modernistas, na tentativa de neutralizar a doutrina do nascimento virginal de Jesus. Alguns afirmam que a palavra mais apropriada para "virgem" seria (b’tulah) e com isso querem dissociar Mateus 1.23 de Isaías 7.14. Nessa linha estão também os dissidentes iehoshuolitas.
A palavra b’tulah aparece 51 vezes no Velho Testamento hebraico e é traduzida 44 vezes por (parthenos), na Septuaginta. Ela pode se aplicar a uma mulher que foi casada , uma viuva "lamenta como a virgem[b’tulah] que está cingida de saco, pelo marido da sua mocidade (Joel 1.8) o que não ocorre com o substantivo almah, que só se aplica a mulher solteira. W. E. Vine, com base em Joel 1.8, diz que b’tulah nos textos aramaicos tardios era aplicada a uma mulher casada. Isso, portanto, segundo Vine, traria muita confusão: "Não ficaríamos sabendo o que era exatamente o que tinha em mente. Estava se referindo a uma que era verdadeiramente virgem, ou uma que estava desposada, ou uma que já havia conhecido marido? À luz destas considerações, parece que a eleição da palavra almah foi deliberada. Parece que é a única palavra hebraica disponível que indicaria com clareza que aquela a que ele designa não estava casada".
O substantivo almah aparece 9 vezes no Velho Testamento hebraico (Gn 24.43; Êx 2.8; 1 Cr 15.20; Sl 46 (título, pois a palavra hebraica alamoth é plural de almah); 68.25; Pv 30.19; Ct 1.3; 6.8; Is 7.14). Em dois lugares a Septuaginta traduziu por parthenos, que significa "virgem" (Gn 24.43; Is 7.14). A mesma Rebeca que é chamada "virgem, [b’tulah, em hebraico] a quem varão não havia conhecido", no v. 16 desse mesmo capítulo, Rebeca é chama de almah. A Septuaginta foi traduzida antes do nascimento de Jesus (285 a. C., segundo Josefo e a carta de Aristéia). Há muitas controvérsias quanto a essa data. Qualquer que seja, o certo é que foi antes do nascimento de Jesus. A tradução foi feita por rabinos, portanto, entendiam que almah em Isaías 7.14 se tratava de uma "virgem". Assim era o significado dessa palavra na época.
É muito suspeito que só depois do surgimento do cristianismo que os judeus procuraram reavaliar o significado dessa palavra. As versões gregas do Tanach, que vieram após o cristianismo substituíram parthenos por neanis "jovem". Áquila era judeu e discípulo do rabino Akiva (morto em 132 AD). A outra versão é a de Teodócio, um apóstata do cristianismo, que voltou ao judaísmo (final do segundo século AD); e finalmente a de Símaco, que era ebionita (seita judaica que negava a divindade de Cristo) preparada em 170 AD.
Diz o Dr. Aage Bentzen, nada ortodoxo, contra a nossa linha conservadora, mas admite que parthenos veio dos próprios judeus: "Contra a Igreja os judeus sustentavam que Is 7.14 não fala de uma ‘virgem’ (parthenos), mas de uma ‘mulher jovem’ (neanis). Os cristãos respondiam acertadamente que a tradução parthenos provém de tradutores judeus". Até hoje, para fazer frente contra o nascimento virginal de Jesus, os judeus, em Israel usam almah para "senhorita".
Há quem diga que o contexto do Tanach não fornece luz suficiente para o significado de "virgem", contudo, muitos eruditos afirmam o contrário. Gerard Van Groningen cita cinco autoridades no assunto sobre a palavra ugarítica galmatu encontrada nos documentos de Ras Shamra. Uma dessas autoridades, H. Wolf, em sua obra Interpreting and Glory of the Messiah, p. 450, diz: "Nos três lugares onde glmt, o equivalente exato de almah, é usado, ele refere-se a uma jovem procurada para casamento".
Gerard Van Groningen apresenta a seguinte conclusão: "Um exame dos materiais disponíveis a estudiosos e peritos, como indicado acima, leva-nos à segura conclusão de que, com base no uso do termo tanto em hebraico quanto em ugarítico o termo almah deve ser traduzido por ‘virgem’. A Septuaginta dá pleno apoio a isto e o testemunho do Novo Testamento (Mt 1.23) dá a palavra final. Isaías disse e pretendeu dizer virgem".
A Trindade
Tanto as Testemunhas de Iehoshua como seus dissidentes, ambos negam a Trindade, como é característica das seitas. Segundo Jo 17.3, a doutrina de D'us é uma questão de vida ou morte. Jesus classificou o assunto como o primeiro de todos os mandamentos (Mc 12.29).
O nome "D'us" é polissêmico na Bíblia. Aparece com referência ao Pai sozinho, como D'us verdadeiro e absoluto (Fp 2.11), em Jo 1.1: "...e o Verbo estava com D'us..."; com referência ao Filho, como sendo D'us absoluto, com toda a sua plenitude (I Jo 5.20; Cl 2.9; e na terceira parte de Jo 1.1: "...e o Verbo era D'us". Da mesma forma com relação ao Espírito Santo (At 5.3-4); e muitas vezes esse termo "D'us" se aplica à Trindade (I Co 15.28; Mc 12.32). O mesmo acontece com o tegragrama hwhy (YHWH) "YAHWEH", ou "SENHOR", conforme nossas versões do Tanach. Refere-se ao Pai (Sl 110.1), ao Filho (Jr 23.5-6), ao Espírito Santo (II Sm 23.2-3), e à Trindade (Dt 6.4; Sl 83.18).
A Bíblia ensina que cada uma destas pessoas é D'us absolutoem toda a sua plenitude. Contudo não ensina um triteísmo, pois enfatiza a existência de um só D'us. A Trindade, portanto, é a união de três Pessoas distintas em uma só Divindade, e não em uma só Pessoa, pois a unidade de D'us é composta e não absoluta.
Os dissidentes do movimento de Ivo dos Santos Camargo, além de negarem a Trindade, recusam aceitar a autoridade do evangelho de Mateus. A Trindade está em toda a Bíblia e não meramente em Mateus. Nenhum cristão está autorizado a rejeitar certos livros da Bíblia pelas suas peculiaridades. O fato de Mateus ser o único a registrar a fórmula batismal não significa que o texto seja espúrio, pois cada livro da Bíblia sem as suas peculiaridades. Marcos foi o único registrou o moço desnudo que fugiu por ocasião de prisão de Jesus (Marcos 14.51, 52). Lucas foi o único que registrou a origem de João Batista, a infância de Jesus, a parábola do filho pródigo, as passagens do Rico e Lázaro e do Bom Samaritano. João foi o único que registrou o milagre de Caná da Galiléia, transformando água em vinho, a ressurreição de Lázaro, o lava pés etc. Isso, por si só, destrói completamente o interpretação das Testemunhas de Iehoshua.
Quanto à salvação pelas obras, convém salientar que a passagem de Mateus 25.34-36 não diz respeito à salvação. O texto fala do julgamento das nações. O divórcio não é peculiaridade de Mateus, Paulo também admitia o divórcio em certas circunstâncias (I Co 7.10-15). O nascimento virginal de Jesus é também confirmado em Lucas 1.34 "Então Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, uma vez que não conheço varão?"
Conclusão
Ultimamente tem havido inúmeras inovações no meio do povo de D'us. Tanto fora da Igreja como no seio dela surgem as heresias. O apóstolo Paulo disse que D'us permite que isso aconteça para provar os fiéis (1 Co 11.19). É verdade que cada ser humano tem a liberdade pensamento e de expressão. Tem o direito de expressar seus pensamentos por mais exóticos que sejam. Causa-nos estranheza o fato de esses agentes dessas idéias excêntricas encontrarem adeptos, acharem quem acredite nessas invenções.
Os fundadores de seitas costumam dizer que receberam revelação direta de D'us. Geralmente essas revelações contradizem a Bíblia. Seus adeptos, muitas vezes, deixam a Bíblia para seguirem seus líderes. Isso aconteceu com Joseph Smith Jr, fundador do mormonismo; William Miller, depois Ellen Gould White, com o adventismo do sétimo dia; Charles Taze Russell, fundador das Testemunhas de Jeová; etc., e agora Ivo dos Santos Camargo, com as Testemunhas de Iehoshua.
Todo líder que procura impor uma inovação com base em suas supostas revelações, como doutrina básica de sua religião, deve ser rejeitado. A dona Valnice Milhomens resolveu defender a guarda do sábado porque, segundo ela, recebeu essa "iluminação" quando estava visitando Israel. Agora se insurge contra a ortodoxia cristã. Ainda que, no seu caso, não seja propriamente uma inovação, mas um retrocesso, pois os adventistas do sétimo dia já vem defendendo essa doutrina desde os dias da Sra. Ellen Gould White.
O nosso alerta às igrejas se encontra no apóstolo Paulo:
"Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem" (I Tm 4.16).
(*)Yom Teruah"Tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu" tocado por 9 pequenos sons de uma duração de 1 segundo cada e que deve ser tocado de um fôlego só.
Para fazer um download de um filme AVI para o seu computador idêntico do filme do you tube abaixo, e dar um toque de um shofar no dia 29 de setembro de 2008, clique aqui nestes dois links e salve no seu computador e assista pelo Windows Media Player:
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Participastes em todo o mundo convidam para dar o toque de trombetas em 2008 em (*)Yom Teruah, no dia de 29 de setembro de 2008 'as 5:46PM, (no Brasil na hora UTC + 4 horas) dia da festa das Trombetas! Todos são convidados a gritar, a orar e a cantar um hino e ou tocar a sua trombeta, clamando para a volta do Rei dos reis ao reino dos céus (Atos 1:6 - reino de D'us - Olam Rabá).
Além do nome Jesus, muitos têm escolhido chamar pelo Mestre simplesmente como, Príncipe da Paz, Cordeiro de D'us e Yeshua ha Meshiach (Jesus o Messias).
O toque de trombeta era comum, tanto no Tanach como incluído no Novo Testamento:
* Uma trombeta soou constantemente quando D'us reuniu Moshe e os antigos israelitas no Monte Sinai.
E o sonido da buzina ia crescendo cada vez mais; Moisés falava, e D'us lhe respondia em voz alta.(Êxodo 19:19)
* Houve gritos e toque de trombetas quando D'us trouxe as paredes da antiga cidade de Jericó para baixo.
Gritou, pois, o povo, tocando os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande brado; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada um em frente de si, e tomaram a cidade.(Josué 6:20)
* O apóstolo Paulo falou da última trombeta que tocará quando fiéis serão ressuscitados, e dada imortalidade. (1 Coríntios 15:52)
Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. (1 Coríntios 15:52).
E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. (Mateus 24:31).
Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de D'us; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. (I Tess. 4:16)
E os sete anjos, que tinham as sete trombetas, prepararam-se para tocá-las. (Apoc.8:6).
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(*)Yom Teruah ou Rosh HaShaná ?
Yom Teruah é uma festa que cai no primeiro dia do Sétimo mês (Tishrei). Os Rabinos a chamam equivocadamente Ano Novo (Rosh Hashanah) quando realmente é um Dia de Aclamação (Teruah) em oração a D'us.
A Torah nos ordena que no dia 1 do Sétimo mês (Tishrei) observemos um "Dia de Aclamação" (Lev 23,23-25; Nu 29,1-6), no qual o trabalho está proibido. Esta festa é extensamente conhecida hoje pelo equivocado nome Rabínico "Rosh Hashanah". A Bíblia nunca chama esta festa Rosh Hashanah, porém, pelo contrário, a chama em diversas ocasiões de Yom Teruah (Dia de Aclamação) e Zicharon Teruah (Recordação de Aclamação). Os Rabinos renomearam a festa para Rosh Hashaná (Ano Novo) afirmando que o ano judaico na realidade começa em Tishrei. O absurdo desta afirmação torna-se imediatamente manifestado, já que a Bíblia ao referir-se a esta festa afirma que cai no Sétimo mês (Tishrei - é um nome posterior aos tempos Bíblicos e nunca é usado na Torah). Como irá cair o Ano Novo no Sétimo mês?
O começo real do ano é descrito em Ex 12:2 que afirma " 2 Este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro mês do ano." Depois desta explícita declaração, a Torah continua a descrever a cerimônia do sacrifício de Páscoa, que deve ser realizado neste Primeiro mês. Do mesmo modo, Lev. 23 e Num. 28 relata as festas e em ambas passagens, se descreve a Páscoa no Primeiro mês e Yom Teruah no Sétimo mês. Assim que: não pode haver nenhuma dúvida de que o "começo dos meses" mencionado em Ex 12:2 se refere ao primeiro de Nissan (mês que se celebra a Páscoa) e não Yom Teruah, que tem lugar no Sétimo mês.
Os Rabinos afirmam que depois, no Tanach, Yom T'ruah é chamado de Rosh Hashaná. De fato, a expresão Rosh Hashanah aparece em Eze. 40:1 que diz: "no princípio do ano (Rosh Hashanah) no décimo do mês". o fato de que Eze. 40:1 se refirir ao décimo dia de "Rosh Hashanah" aclara que se está fazendo referência aqui a todo o primeiro mês e não ao primeiro dia do ano. Ainda quando Ezequiel estivera referindo-se ao dia 1º do mês, não tem nenhuma justificação para dizer que ele está se referindo a algo distinto ao dia 1º de Nissan (Primeiro mês).
Indubtavelmente, os Rabinos sentiam a necessidade de associar Yom Teruah com os Anos Novos porque se sentiam incomodados, já que a Bíblia não nos dá uma razão para celebrar esta festa como faz para com todas as outras festas Bíblicas (como o Êxodo para Hag Hamatzot). No entanto, pode-se aludir que a verdadeira natureza de Yom Teru'ah vem a partir do seu próprio nome. Na Bíblia, "Teruah" significa: Fazer um forte ruído, fazendo soar um chifre (por exemplo: Shofar Lev 25:9; Trombeta de Prata - Nu.10:5-6) ou cantando em oração (Sl.100:1). Assim, que provavelmente, o propósito de Yom Teru'ah era gritar a YHWH em oração com similar idéia normalmente expressada nos Salmos como "Aclame ao Eterno com voz de júbilo!"Cantando! (Sl.47:2). Aqui se utiliza a mesma raiz verbal "Teruah". Os Rabinos asseguram que este ruído só pode ser feito com um Shofar (chifre de carneiro). Não há nenhuma evidência Bíblica para esta afirmação, mas pelo contrário, como se tem mostrado, a palavra "Teruah" pode indicar vários métodos de ruídos - desde aclamar em oração, como também, fazer soar trombetas de prata (Num. 10). Em todos estes atos, a Bíblia os descreve como parte do culto que se rende a YHWH.
Versos Bíblicos que mencionam Yom Teruah:
· Lev 23:23-25 " Disse mais o ETERNO a Moisés: 24 Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, memorial, com sonidos de trombetas, santa convocação. 25 Nenhuma obra servil fareis, mas trareis oferta queimada ao ETERNO."
· Num. 29:1 No primeiro dia do sétimo mês, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis; ser-vos-á dia do sonido de trombetas. (Teruah). [Lista de Sacrifícios para Yom Teruah]."
SALMOS 150
O SALMISTA EXORTA TODA A CRIATURA A LOUVAR AO SENHOR!!!
1 LOUVAI ao SENHOR. Louvai a D'us no seu santuário; louvai-o no firmamento do seu poder. 2 Louvai-o pelos seus atos poderosos; louvai-o conforme a excelência da sua grandeza. 3 Louvai-o com o som de trombeta; louvai-o com o saltério e a harpa. 4 Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos. 5 Louvai-o com os címbalos sonoros; louvai-o com címbalos altissonantes. 6 Tudo quanto tem fôlego louve ao SENHOR. Louvai ao SENHOR.
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Mas então, Yose ben Halafta deliberadamente cortou outros 154 anos do período do império persa. Em vez de treze imperadores Medo / Persa durante um período de 207 anos, o Seder Olam Rabba reivindicou o período de somente cinco imperadores Persas, num período de 53 anos. Este foi o seu maior erro de todos. Há muitas provas históricas dos 207 anos de duração do império Medo / Persa. Ambas as fontes Grego e Romano, dão amplos detalhes. Treze imperadores medo-persa reinaram durante o curso de 207 anos - desde a queda do reino de Belsazar em 538 a.C., e sobre a ofensiva de Alexandre sobre Dario em 331 a.C.
Agora, para os detalhes... Começando com Abraão.
A Seder Olam alega dizer que Terá o pai de Abraão, gerou Abraão com a idade de 70 anos. Genesis 11:26 diz,
“26 E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abraão, a Naor, e a Harã.”
Por que os estudiosos judeus não perceberam que neste verso 26 do cap.11, que os três filhos de Terá são ali nomeados. Embora Abraão fosse nomeado em primeiro lugar, ele não era o primeiro gerado. Nem todas as três crianças nasceram no mesmo ano. Para o nascimento de Abraão, devemos consultar os seguintes versos:
“32 E foram os dias de Teráduzentos e cinco anos, e morreu Terá em Harã.” (Gen. 11:32).
Depois da morte Terá, os seguintes versos dizem-nos que Abraão deixou Haran com a idade de 75 anos.
“4 Assim partiu Abrão como o SENHOR lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos quando saiu de Harã.” (Gên 12:4).
Abraão era de 75 anos de idade quando seu pai morreu com a idade de 205 anos. Isto faz com que Terá tivesse 130 anos quando nasceu Abraão, e não 70 anos. A Seder Olam simplesmente ignorou aqueles 60 anos extras. Em vez de Abraão ter nascido em 1.948 anos depois da criação de Adão, ele teria nascido em 2.008 anos depois da criação de Adão.
Em segundo lugar, o Seder Olam data o pacto Abraâmico feito com Abraão no 70º. setuagésimo ano. No entanto, as Escrituras afirmam que Abraão tinha 75 anos de idade. Aqui está outro erro de cinco anos.
Em terceiro lugar, Ussher dá detalhes de 497 anos desde a fundação do primeiro templo para a consagração do segundo templo (1012 - 515 a.C.). Mas o Seder Olam reivindicou apenas 480 anos, um déficit de 17 anos. Dr. Floyd Jones escreve:
"Diferentes decisões em colocar as datas dos reis de Israel no que diz respeito aos reis de Judá, durante o período da monarquia dividida em conta para este déficit de 17 anos" (Cronologia, páginas 295, 296).
Até o momento, assumimos que as diferenças na Seder Olam eram simples erros. No entanto, a partir deste ponto, estamos admitindo que Yose ben Halafta e os seus colegas deliberadamente cortou 154anos do período do Império Persa.
A grande cobertura
Segundo o Dr. Jones Floyd Nolen, o Seder Olam dá a cronologia de 52/53-anos para a história persa.
1. Dario o Medo reinou 1 ano - 3389
3390 A.M. (374-373 a.C.)
• Babilônia foi conquistada (o Seder Olam
(374 a.C. datam em que, em vez de 538 a.C.)
• Daniel foi colocado na jaula dos leões.
2. Ciro reinou 3 anos - 3390-3392 A.M.
(373-371 a.C.)
• Os judeus regressaram a Jerusalém.
• O segundo templo começou a construção.
3. Artaxerxes (Cambyses) reinou 1 / 2 anos
-- 3393 A.M. (370 a.C.)
• Templo construção foi interrompido.
4. Assuero reinou 14 anos - 3393-3407
A.M. (370-356 a.C.)
• Ester foi escolhida Rainha
• Ester e Dario dão suporte para os persas
5. Dario o reino persa 35 anos - 3407 --
3442 A.M. (356-321 a.C.)
• Templo construção retomada - 3408 A.M.
(355 a.C.)
• Segundo Templo foi dedicado - 3412 A.M.
(351 a.C.)
• Esdras chegou a Jerusalém - 3413 A.M. (350
(a.C.)
• Neemias chegou a Jerusalém - 3426 A.M.
(337 a.C.)
• Dario foi derrotado por Alexadre o Grande - 3442
A.M. (321 a.C.)
Em vez de treze reis Medo / Persa sobre um período de 207 anos, o Seder Olam listas só cinco reis ao longo de um período de 53 anos.
A conta real dos reis Medo-Persa.
Uma verdadeira conta histórica traz treze monarcas Medos / Persa ao invés de somente cinco reis. Vou ser tão breve quanto possível, mas para uma leitura integral, consultar o Bispo James Ussher's em Os Anais do Mundo, páginas 117-234:
1. Dario o Medo (ou Ciáxares) reinou 1 ano (538-537 AC) e depois o trono foi para seu genro, Ciro.
2. Ciro ascendeu ao trono Medo / Persa, em 537 AC, como um dote para casar com a filha de Dario, mas ele tinha sido feito general do exército Medo / Persa uns trinta anos antes. No primeiro ano de seu reinado, Ciro enviou Zorobabel a Jerusalém com mais de 40.000 judeus para reconstruir o reino e o Templo (Neeemias 7). Ciro reinou durante sete anos e morreu em batalha em 529 AC.
3. Artaxerxes (Cambyses), filho de Ciro, Até o momento, assumimos que este colocou no trono Medo / Persa, em 529 AC Ele governou durante sete anos, era mentalmente instável, casado com duas de suas irmãs, matou seu irmão, conquistou Egito e, em seguida, ficou louco. Ele voltou a Pérsia e morreu de um acidente com sua espada, em 522 AC Este ano, Magus o sétimo Magi, tentou conquistar o reino, mas foi derrubado por Dario, filho de Cambises, em 521 aC.
4. Dario (também chamado de Artaxerxes a Grande e Assuero) começou seu reinado, em 521 AC Naquele ano, ele enviou espiões para mapear a costa da Grécia e planejar a primeira invasão. Em 518 AC, ele divorciou de Vesti e se casou com Ester, a rainha. Em 485 AC, ele declarou que o seu filho, Xerez, seria o próximo rei, e deixou invadir a Grécia. Mas ele morreu mais tarde naquele ano, depois de ter reinado por 36 anos.
5. Subiu ao trono persa, Xerxes em 485 ACApós cinco anos para preparar uma batalha contra a Grécia, usou 1.700,000 soldados, 80.000 cavalos, além de camelos, e charretes. Ele tinha 1.200 navios guerra, centenas navios de carga (cerca de trinta a remo e outras com cinqüenta a remo, e outras pequenas embarcações para o transporte de cavalos, acrescentando-se a um total de 3.000 navios. Na medida em que marchavam contra a Grécia, eram conscritos mais soldados, a fim de que ele invadisse Atenas, em 480 AC, com mais de 5 milhões de homens. Os gregos nunca esqueceram tal invasão persa. Levou mais de um século para que a Grécia se preparasse para a vingança, e o Alexandre o Grande foi o que procedeu. Em 474 AC, no décimo segundo ano do seu reinado, fez o seu filho Xerxes, Artaxerxes, que depois de nove anos de vida, morreu em 425 aC.
6. Artaxerxes (filho de Xerxes), aos 75 anos de idade quando seu pai foi chamado Dario. Em 474 a.C., ele foi feito Vice-Rei, no décimo segundo ano de seu pai Xerxes. No entanto, este marcou o primeiro ano do reinado de Artaxerxes. Em seu 20o ano (455 AC), ele enviou Neemias para reconstruir Jerusalém (Neemias 2). Artaxerxes e sua esposa, Damaspia, ambos morreram no mesmo dia, em 425 AC, deixando o trono para seu filho, Xerxes.
7. Xerxes (filho de Artaxerxes) reinou um ano (425 AC). Quando ele foi considerado "exuberante bêbado” em um dia de festa, ele foi morto em sua cama, enquanto dormia. Seu irmão, Secundianus, nascido de Aloguna, uma mulher da Babilônia, o assassinou com a ajuda de um eunuco.
8. Secundianus (segundo filho de Artaxerxes) por ter morto o seu irmão, Xerxes, assumiu o trono em 424 AC O seu exército o detestava por ter assassinado o seu próprio irmão. Ele também conspirou para matar Ochus, seu outro irmão, mas foi morto também.
9. Ochus (terceiro filho de Artaxerxes) Secundianus o atraiu para uma reunião e fazer um tratado. Em 423 A.C., Ochus o capturou e o executou por ter assassinado a Xerxes. Ochus tomou o nome Dario e reinou por 19 anos. Ele morreu em 404 a.C., deixando o trono para seu filho, Arsicas. Ele deu o seu outro filho, Ciro, que governou ao longo da costa das províncias Ionia e Lidia, em todo o Mar Egeu, leste da Grécia.
10. Arsicas (filho de Ochus / Dario) subiu ao trono persa, em 404 AC, e mudou seu nome para Artaxerxes. Ele capturou e colocou na cadeia o seu irmão, Ciro, com correntes de ouro, por respeito a seus direitos, e ele pensou em execução, mas o deixou regressar ao seu reino. Artaxerxes tinha um filho, Arsames, com uma concubina, a quem ele amava muito. Em 361 a.C., Ochus o tinha assassinado, e quando Artaxerxes ouviu o fato, ele morreu de desgosto. Ochus ocultou a morte de seu pai durante dez meses, enquanto ele enviou cartas em todas as províncias do pai com o seu nome e seu selo, dizendo-lhes para aceitar Ochus como o seu rei. Depois de todos eles reconheceram como o seu rei, ele anunciou a morte de seu pai e comandou um luto público e feito por ele mesmo.
11. Ochus assumiu o nome de seu pai, Artaxerxes / Ochus, em 361 AC, ele imediatamente mandou matar todos os seus parentes a fim de eliminar qualquer concorrência para o seu trono. Depois ele reinou 23 anos, e foi envenenado por Bagoas, seu chefe eunuco. Bagoas era um egípcio e o matou por vingança pela morte de um touro, considerado um deus no Egito. Bagoas cortou o corpo do rei em pedaços e fez dele comida para gatos. Tal como o homem mais poderoso no reino, Bagoas fez Arses, o filho mais novo do rei, o próximo rei da Pérsia, e depois executou todos os seus irmãos.
12. Arses foi dado a subir ao trono em 338 AC, mas o jovem rei não tinha ninguém para ajudá-lo, por isso, teve que confiar em Bagoas para governar o reino. Ele se autodenominou, Dario, e secretamente planejou para se vingar de Bagoas. Em 336 AC, no terceiro ano do seu reinado, Bagoas descobriu que Arses estava tramando uma vingança contra ele. Ele tinha o rei e a todos os seus filhos mortos. Depois Bagoas colocou o filho de Arsames com o nome de Dario como o novo rei. Arsames era o irmão de Artaxerxes.
13. Dario reivindicou a coroa de parentes próximos, em 336 AC Este foi o monarca persa que foi derrotado por Alexandre o Grande em 331 a.C.
Ao todo, treze monarcas Medo / Persa reinou durante um período de 207 anos. A grande questão é: "Por que Yose ben Halafta deixou de fora os 154 anos da monarquia persa? "Rabino Simon Schwab admitiu o problema, na página 188 do seu livro, Cronologia comparativa judaica:
"Ele deveria ter tido algum motivo possível e desconhecido - tinha coberto até certo período histórico e propositadamente eliminou e reprimiu todos os registros históricos e de outro material inerentes às mesmas. Em caso afirmativo, quais poderiam ter sido as razões para tal procedimento? Nada menos que poderia ter se perguntado… aqueles "santos" homens da verdade resolveram tentar esconder completamente fora de nossos anais um período de… anos, e para corrigir todos os dados e tabelas históricas, a tal fabricação subseqüente e cronológica, que poderia escapar da atenção e ser notado por inúmeras gerações, mais só conhecido por alguns privilegiados e que estavam na obrigação de manter este segredo entre si."
Schwab e outros passaram a sugerir que eles poderiam ter falsificado as datas, a fim de confundir qualquer um que poderia tentar utilizar as profecias de Daniel, para prever o tempo da vinda do próximo Messias.
A verdade é que… algum tempo entre 135-160 dC, Yose ben Halafta, aluno do Rabino Akiva, e admirador de Bar Kokhbah, mudou o calendário, para que as setenta semanas de Daniel apontassem para Bar Kokhbah como o Messias esperado, ao invés de Jesus de Nazaré. Ele assim fazendo, afastou deliberadamente gerações inteiras de judeus de Yeshua de Nazaré, que era e é o verdadeiro Messias!
Durante o longo da história ouve uma agenda para mudar o calendário "romano" e fazer com que os cálculos se tornassem difíceis de entender. Em 46 a.C., o astrônomo grego, Sosigenes, convenceu Júlio César para reformar o calendário romano em uma forma mais exeqüível. Nessa altura, Julio também mudou o número de dias do mês para atingir 365 dias em um ano a fim de coincidir com as estações, embora mais tarde Julio César acrescentou mais 90 dias para o ano de 46 AC, entre novembro e fevereiro (Vardi 1991, p. 238). Isso deu um ano, com um total de 445 dias, e foi chamado de "o último ano da confusão". O primeiro ano Juliano começou com o dia 1 º de janeiro, no ano quadragésimo sexto - 46o. - antes do nascimento de Cristo. Em 526 d.C. este ano ficou conhecido como 46 a.C.
Na distribuição dos dias através de vários meses, Júlio César aprovou um regime mais simples do que aquela que nós temos agora. Ele tinha ordenado que o primeiro, terceiro, quinto, sétimo, nono e décimo primeiro mês, ou seja, janeiro, março, maio, julho, Setembro e novembro, cada um devia ter trinta e um dias, e os outros meses trinta, exceto fevereiro, que em comum devia ter apenas vinte e nove dias, mas cada quatro anos, trinta dias. Essa ordem foi interrompida em 8 AC, uma gratificação da vaidade de Augusto, dando o mês que tem o seu nome como muitos dias, como julho, que tinha sido re-nomeado depois como Júlio César 44 a.C. Um dia foi tomado a partir de fevereiro e dado ao mês de agosto, tendo em vista que três meses de trinta e um dias não poderia vir juntos, setembro e novembro foram reduzidos para trinta dias, e trinta e um dias dado a outubro e dezembro.
Um dia suplementar, que ocorreu a cada quarto anos, foi dado a fevereiro, sendo o mês mais curto, e foi inserido no calendário entre o 24o e o 25o dia. No calendário moderno o dia intercalado é ainda adicionado a fevereiro, e não, no entanto, entre o 24o e 25o, mas com o 29o dia.
O calendário Juliano consiste de três ciclos de 365 dias no ano seguidos de 366 dias do ano bissexto. Cerca de 9 a.C., verificou-se que os sacerdotes computavam o calendário aonde havia sido acrescentando no ano bissexto a cada três anos em vez dos de quatro, decretado por César (Vardi 1991, p. 239). Como resultados desse erro não foram adicionados mais anos bissextos até 4 d.C. Foram anos bissextos, por conseguinte os anos: 45 AC, 42 aC, 39 aC, 36 aC, 33 aC, 30 aC, 27 aC, 24 aC, 21 aC, 18 aC, 15 aC, 12 aC, 9 aC, d.C 4, 8 d.C, 12 d.C, e cada quarto ano, depois.
Em 525 dC, Dionísio Exiguus propôs o sistema de Anno Domini, que (depois que ela foi aprovada pelo Venerável Bede, o pai da História Inglesa - c.672-735) através da disseminação gradual no mundo cristão ocidental. Os anos foram enumerados a partir do suposta data do nascimento de Jesus em 25 de março, embora este logo fosse mudado para o Natal e, em seguida, voltou para o dia de seu nascimento no mês de marco na Grã-Bretanha, e do mesmo ano começou a ser nomeado na Páscoa, na França. Dionísio Exiguus (Dennis o pequeno, significando modesto - the Little, Meaning Humble) (c.470-540) foi um monge nascido no 6o. século em Cítia Menor, no que é agora Dobruja, Romênia.
O calendário gregoriano (aprovada em 4 de outubro de 1582) é hoje universalmente utilizado para fins civis, e foi o calendário Juliano seu antecessor no mundo ocidental.
Os dois calendários têm idêntico nome do mês e os nomes e número de dias de cada mês, e diferem apenas no aparecimento dos anos bissextos. O Calendário Juliano tem um ano bissexto a cada quatro anos, enquanto o calendário Gregoriano tem um ano bissexto a cada quatro anos, exceto nos anos não exatamente divisíveis por 400. A passagem do calendário Juliano para o calendário Gregoriano ocorreu em Outubro de 1582, de acordo com o regime instituído pelo P. Gregório XIII. Especificamente, para datas em, ou antes, de 4 de outubro de 1582, o calendário Juliano é utilizado; para datas em ou após 15 de outubro de 1582, o calendário Gregoriano é usado.
Assim, há um hiato de dez dias nas datas do calendário, mas nenhuma descontinuidade nas datas Juliana ou dias da semana: 4 de outubro de 1582 (Juliano) foi uma quinta-feira, e de 15 de outubro de 1582 (gregoriano) foi uma sexta-feira.
A omissão de dez dias de calendário datas foi necessária em virtude do erro astronômico construído ao longo do uso do calendário Juliano por muitos séculos de sua utilização, devido o demasiado e freqüentes anos bissextos.
O calendário Juliano introduzido um erro de um dia cada 128 anos. Assim, cada 128 anos, o ano tropical foi deslocado um dia para trás no que diz respeito ao calendário. Além disso, o método de cálculo das datas para a Páscoa foi imprecisa e precisava ser refinado.
Para remediar esta situação, foram necessárias duas etapas: em primeiro lugar, o calendário Juliano teve de ser substituída por algo mais adequado; e em segundo lugar, o dia extra que o calendário Juliano tinha que ser inserido e teve de ser abandonado.
A solução para o primeiro problema foi o calendário Gregoriano. A solução para o segundo problema dependia do fato de que se sentiu que a 21 de março foi o bom dia para equinócio vernal (21 de março, porque era a data para o equinócio vernal durante o Concílio de Nicéia, em 325 d.C).
Por conseguinte, o calendário gregoriano foi calibrado para fazer o dia 21 de março cair no equinócio vernal. Até 1582, havia o equinócio vernal movido de cerca de dez dias para trás. Portanto, dez dias foram descontinuados. A passagem para o sistema do calendário gregoriano ocorreu apenas em países católicos romanos. No entanto, a adoção do calendário Gregoriano no resto do mundo avançou lentamente. Por exemplo, para a Inglaterra e suas colônias, a mudança não ocorreu até setembro de 1752.
O "Ciclo Juliano"
Joseph Justus Scaliger (1540-1609) foi um historiador francês, italiano que ficou interessado em conciliar a cronologia das datas em documentos históricos. Uma vez que muitos calendários estavam em uso em todo o mundo, o que criou um problema qual melhor seria para o uso. Para resolver esta situação, Scaliger inventou a sua própria época e datas a contagem dias. Ele começou com o 1 º de janeiro de 4.713 AC, uma vez que foi quando ocorreu o ciclo solar de 28 anos (quando os dias da semana e os dias do mês de coincidem novamente com o calendário Juliano), o Ciclo metônico de 19 anos (porque 19 anos solar é aproximadamente igual há 235 meses lunar) e o romano indicou 15 anos (decretado pelo Imperador Constantino) onde todos coincidem. Não foi registrada a história tão antiga como 4.713 aC, conhecido como dia Scaliger, de forma que ele tinha a vantagem de evitar datas negativas. Joseph Justus foi o pai de Júlio César Scaliger, que poderia ser o por quê ele o chamou de "Ciclo - Juliano". Astrônomos adotaram o ciclo Juliano para evitar ter de se lembrar de: "30 dias, em setembro…" e para evitar o hiato dia 10/11, no calendário gregoriano.
Conclusão.
Os autores Seder Olam do segundo século pode ter iniciado a sua cronologia com boas intenções, mas seu trabalho se tornou uma cobertura desonesta das setenta semanas de Daniel, e das sessenta e nove semanas de anos, dos quais levariam até Jesus como o Messias de Israel. Para encurtar o período da monarquia persa de 207 anos para apenas 53 anos foram além da simples ignorância. Aqueles homens estavam determinados a ensinar que Jesus Cristo não seria seriamente considerado como o seu Messias.
Bar Kokhbah certamente se fez o messias dos pobres. Os líderes de Israel permitiram que os rabinos reconhecessem este como o messias, mas que permitiu a dispersão de toda a população judaica para se levados como escravos no mundo? A messianidade de Bar Kokhbah's deveria ter sido seriamente questionada Se, depois que ele foi aceito, ele foi impotente para evitar a diáspora.
Por outro lado, é preciso lembrar que Jesus foi rejeitado. Israel apelou para a liderança para a Sua crucificação. Se o tribunal do Sinédrio de Israel tivesse aceitado a Jesus como seu Messias, Ele teria, sem dúvida, ter sido obrigado a cumprir a promessa de D'us sobre o seu Reino.
Penso que algum dia em breve, os judeus implorarão a Jesus para voltar. E quando eles o fizerem, Ele certamente os atenderá!
Síntese:
Para isto encurtaram uma parte do período de anos dos treze reis da monarquia persa que foi de 207 anos para apenas o período de cinco reisem 53 anos, que vai além do simples ignorância. Aqueles homens estavam determinados para mudar a história e que Jesus Cristo não fosse considerado como o Messias de Israel.
Eles cortaram 154 anos do império Medo Persa.Cortaram 60 anos no período de vida do Pai de Abraão (Terá) , cortaram + 5 anos, E 17 anos, dando um total de 236 cortados.
236 anos que faltam.
(2008a.C) ou 5768 Era Comum - 6.000 anos = faltam 232 anos para 6.000 anos depois de Adão pelo calendário judaico.
Porem se eles cortaram 236 anos, fica:
236-232=4 anos
Talvez faltam somente 4 anos para o ano 6.000, ou o sexto dia, se formos basear no correto calendário Judaico, sem os cortes!
2008 + 4 anos = 2012 , neste ano de 2012 fecha possivelmente 6.000 anos após Adão e o restante dos anos até 2015, e portanto um provável últimos 3 anos e meio da grande tribulação já as portas!
Você está preparado para encontrar com o Grande Juiz?
No dia que chamamos hoje, Ele é o nosso Senhor e Salvador e a porta da salvação da graça de D`us está aberta também para ti, mais um dia esta porta se fechará.
Não perca tempo portanto, entregue hoje mesmo a sua vida nas mãos de Jesus Cristo em oração e peça para que Ele seja o seu único e suficiente Senhor e Salvador de sua vida, pois se VOCÊ não tomar esta decisão, talvez será muito tarde e pode cair no perigo de passar a eternidade longe de D'us!